Um conselheiro tutelar de Maceió foi afastado cautelarmente de suas funções após ser alvo de uma investigação que apura suspeitas de abuso sexual contra um adolescente. A decisão judicial foi cumprida nesta quarta-feira (17), após solicitação do Ministério Público de Alagoas (MPAL).
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Alagoas (PCAL) e tramita sob segredo de Justiça devido à natureza dos fatos e à proteção da vítima.
🛑 Afastamento foi determinado pela Justiça
Segundo informações confirmadas pelas autoridades, o Ministério Público ingressou com uma medida cautelar solicitando o afastamento imediato do conselheiro tutelar, além da decretação de sua prisão preventiva.
A Justiça acolheu parcialmente o pedido e determinou apenas o afastamento do investigado de suas funções, entendendo que ele não deveria permanecer no exercício do cargo durante a apuração dos fatos.
A prisão, no entanto, não foi autorizada neste momento.
👥 Denúncia partiu da própria vítima
De acordo com as informações divulgadas, o adolescente teria procurado outro conselheiro tutelar para relatar os supostos abusos sofridos.
Após ouvir o relato, o profissional orientou a vítima a formalizar a denúncia junto às autoridades competentes, permitindo o início da investigação criminal.
A partir da comunicação dos fatos, o caso passou a ser acompanhado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
⚖️ MP avalia recorrer da decisão
Em nota, o Ministério Público de Alagoas informou que requereu o afastamento cautelar do investigado, a prisão preventiva e a realização do depoimento especial da vítima.
Diante da decisão judicial que não autorizou a prisão, o órgão informou que analisa a possibilidade de interpor recurso para reavaliar a medida.
🔍 Investigação segue em andamento
As autoridades ressaltam que o procedimento ainda está em fase de investigação e que todas as circunstâncias denunciadas serão apuradas.
Por tramitar sob segredo de Justiça, detalhes adicionais sobre o caso não foram divulgados para preservar a identidade da vítima e garantir o andamento das diligências.
O investigado permanece afastado do cargo até nova decisão judicial.
📌 Fonte: Ministério Público de Alagoas (MPAL)