19/01/2023 às 12h02min - Atualizada em 19/01/2023 às 12h02min

Justiça autoriza microondas, TV e pedido de delivery por Anderson Torres em prisão

Prisão conta ainda com frigobar, sofá e mesa de reuniões; por ser profissional de segurança, Torres tem prerrogativa de ficar em sala especial

CNN Brasil
Reprodução

Um documento elaborado pela juíza da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Leila Cury, detalha como é o local onde o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, está preso desde o último sábado (14), no Batalhão de Aviação Operacional da Polícia Militar, a 15 km do centro de Brasília.

Por ser profissional de segurança, ele tem direito a ficar numa “sala de Estado Maior”, definição utilizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para salas que oferecem condições adequadas de higiene e segurança, dentro de dependências militares.

Essa condição o mantém longe de presos comuns e com prerrogativas semelhantes a de advogados presos.

“O corredor de acesso foi isolado e mantido policial em guarda 24h por dia para controle de acesso”, diz o relatório que a CNN teve acesso.

No local em que Anderson Torres está preso não há grades. No espaço, existe uma sala de reuniões, composta por um sofá e uma mesa com 4 cadeiras.

Há um alojamento adjacente, composto por uma pequena recepção com frigobar. Dentro dessa antessala, há um alojamento com banheiro que mede pouco mais de 3m², além de dois armários abertos e uma beliche, onde ele dorme.

“Há um pequeno número de roupas (cerca de 3 mudas), alguns medicamentos com receita médica, itens de higiene pessoal e água”, transcreveu a juíza no documento. O local não possui cozinha/copa acessível às pessoas presas.

Por isso, foi autorizado o ingresso de microondas para preparo de alimentos. Também foi autorizada a instalação de televisão na Sala de Estado Maior.

“Considerando a ausência de fornecimento de refeições, autorizei o recebimento diário de refeições encaminhadas ao local pelos Advogados ou familiares”, completa o relatório.

De acordo com o Tribunal de Justiça, Anderson Torres solicitou atendimento psicológico e, de imediato, a Gerência de Saúde Prisional disponibilizou o atendimento.

A equipe da Vara de Execuções Penais inspecionou ainda o local destinado ao banho de sol, prática de atividades físicas, “os quais se mostraram compatíveis”.

Leia a matéria completa em: cnnbrasil.com.br/


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